De saída do Público
Escrito em Fevereiro 26, 2010 - Na categoria Diversos | 54 Comentarios
POR DECISÃO própria, este é o último dia de trabalho no Público. Para já, continuarei a dar aulas na Universidade Nova de Lisboa, mas estou completamente disponível para aceitar outros desafios profissionais. O meu CV está aqui e aqui.
Comentários
54 Respostas a “De saída do Público”
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Não são boas notícias para o Público.
Votos de sucesso António.Aproveita para descansar antes do novo desafio que bem precisadinho deves estar
Abraço
As mudanças assustam mas são sempre compensadoras. Felicidades profissionais.
Felicidades para o seu novo percurso profissional.
Certamente terá variadas propostas.
Ricardo Martins
Está mais pobre o Público. Muitas felicidades para os novos desafios.
[...] estou minimamente surpreendido, mas talvez não esperasse que fosse já. António Granado anunciou a sua saída do Público onde exercia as funções de editor do online. Um dos jornais de referência portugueses perde uma [...]
Pois que sem mais comentários, lá nos continuaremos a ver pela FCSH… Um grande abraço.
Votos de sucessos futuros em novos desafios profissionais.
Reafirmo o que disse o Manuel Pinto – está mais pobre o Público.
Um grande abraço, António.
Perde o Público, perdemos todos nós. Em frente. Com votos de muito sucesso.
Será que se está a perder, o Público?
O Público perdeu “só” o melhor ciberjornalista português.
Felicidades, António!
Sorte com os novos emprendimentos, António!
Fico muito surpreendido. Fica mais pobre o Público mas ainda mais pobre o público, em particular o que tanto gosta de ler quem muito o ensinou a escrever. Um grande abraço e as maiores felicidades.
E depois ainda há gente que se pergunta porque estão os jornais em crise. Talvez porque não estejam preparados para o futuro e porque perdem os profissionais que possam estar a preparar-se. Enfim, um dia triste.
Vem daí António, a água está óptima!…
(abraço)
O Público ficou sem um grande profissional. Mas felizmente os alunos vão poder continuar a contar com um grande professor. Um forte abraço
Perdermos na concorrência o melhor de todos não é uma boa notícia. Cumprimentos
Boa sorte Granado, será certamente pelo melhor (não da parte do Público)
… e ao que parece a água está optima!…
Um grande abraço,
Tenho pena, mas desejo-lhe felicidades. O trabalho que fez no publico.pt era um farol.
Um abraço. Foi um privilégio trabalhar contigo e será um privilégio se um dia voltar a trabalhar contigo.
Perde o Público. E vai notar-se no Netscope, mais tarde ou mais cedo.
Obrigado por tudo. E boa sorte.
Grande perda do Público. Tudo de bom para os novos desafios.
Já todos disseram o essencial, resumindo-se ao empobrecimento do Público por ir, a pouco e pouco, perdendo os seus jornalistas mais nobres e profissionais.
Da minha parte, um abraço de boa sorte para o que se seguir e, acima de tudo, um sentido obrigado por tudo aquilo que me transmitiste enquanto mentor no jornal.
Essas coisas que me ensinaste (e outra vez uma discussão sobre o ensino do jornalismo), não vêm nos livros.
Já agora, o mesmo se aplica ao senhor que comentou mais acima, José Vítor Malheiros. Ambos foram as pessoas que mais me marcaram nesta coisa de querer ser jornalista.
Novamente, um grande abraço e obrigado por tudo
Melhores desafios virão. Boa sorte!
Que pena… para o Público!
Sorte com os novos trabalhos.
Abraços desde São Paulo, Brasil.
António, reforçando a fala dos amigos, quem perde é o Público. Sucesso dos grandes para os novos desafios!
Abraços paulistanos!
Saliente-se que o Público perde mas os leitores ainda mais.
Um bom profissional encontra novos caminhos!
Força!
Raquel Crato
Fizeste bem…Boa Sorte. O Publico esta pobre ao misturar-se com interesses que não tem nada a ver com o jornalismo.
Sucesso na nova empreitada, seja ela qual for.
Foi um privilégio ser seu aluno na Nova, abraço.
Excelente colega, enorme amigo e uma imensa perda para o publico.pt.
Tudo de bom camarada!
Um abraço
Boa Sorte António.
Abr.
jd
O Publico fica seguramente mais pobre. Felicidades Antonio. Tenho a certeza de que novos projectos não vão tardar. Parece-me impossível que assim não seja. Ate breve.
O Público perde.
Felicidades António.
Abraço
António, espero que tenhas deixado a faca, vai fazer jeito.
Aproveita água, está frio.
Abraço
António, a faca podes dar ao Victor mas o ralador de queijo é meu! ..e a água deve estar super!
Obrigado por tudo o que aprendi, antes de trabalhar contigo, e depois de conhecer-te. Um abraço.
[...] é a primeira hora do primeiro dia pós-Público. Perde o diário e ganhará, certamente, que não o deixar muito tempo de férias (sai um palpite: [...]
Obrigada por tudo.
Perdem todos os leitores, porque o trabalho no Público impunha a referência para os outros. Obrigada!
Pior para o «Público» e para quem o lê… Tenho a certeza de que não vais ficar muito tempo longe dos jornais
Abraços
Patrícia
Caro António,
Obrigado por tudo e felicidades para os próximos desafios.
Um abraço e até breve.
O PÚBLICO perde um excelente jornalista com um grande sentido de humor (coisa rara na redacção). Perdemos todos, colegas e leitores.
Tudo de bom para ti, António.
Tenho pena mas também tenho a certeza que não lhe faltarão oportunidades. As maiores felicidades.
António Granado foi, talvez, o melhor professor que tive na faculdade. Não se limitou aos livros nem a mandar-nos fazer algo só para ser prático.Deu-nos bases, discutiu a profissão e os seus caminhos e esteve sempre aberto para as nossas perguntas sobre estágios e o futuro incerto da profissão. Um excelente jornalista e uma pessoa que tenta levar para a frente tudo aquilo em que entra. Felicidades. Tenho a certeza que não ficar ficar sem um novo projecto muito tempo!
[...] jornalista e editor de Ciência no mesmo jornal. Saiu do Público por vontade própria, segundo diz aqui, e está disponível para novas aventuras [...]
Desejo-lhe felicidades nos projectos futuros, ficando também convencido de que é o Público que tem mais a perder (o público acho que não, porque reencontra-lo-á algures, à frente. O Jornalismo não se faz sem Jornalistas e confesso que quanto mais questões me coloca o futuro é no percurso que está feito que mais encontro as respostas.
Caro António:
Tenho a maior consideração pelo seu trabalho, e sou um consumidor assíduo das suas sugestões no “Ponto Media”.
Desejo-lhe as maiores felicidades para os novos desafios que vão surgir (rapidamente!
Um abraço, António. Perde o Público e perdem também os que chegam – o primeiro dia de qualquer novato naquela redacção não será a mesma coisa sem ti. Felicidades.
António,
Todos perdem com a tua saída. O jornal, os colegas de trabalho, os futuros estagiários, os leitores, o jornalismo em geral.
Foi um privilégio trabalhar contigo durante todos estes anos. Obrigado por tudo aquilo que partilhaste, das formas que tão bem sabes. Espero que nos possamos voltar a encontrar noutro projecto profissional.
Um grande abraço.
Até já,
Mário Cameira
Boa sorte, Granado!
O Público já perdeu há muito, desde que começaram a menosprezar e a enxotar os bons jornalistas que faziam dele um excelente jornal e uma grande escola. Os resistentes estão a saltar borda-fora aos poucos e ainda bem, porque como diz o JVM, a água está óptima… e noutras praias as ondas estão perfeitas.
Tudo de bom para ti e, quem sabe, até um dia destes (espero eu!).
Sucedem-se – e com total justificação – os votos de louvor no âmbito da dinamização do ciberjornalismo que, neste blogue, elevou para patamares desconhecidos no jornalismo português. Todavia, e correndo o risco de ser mal interpretado, a cessação de actividade no Público pode ser um promissor sinal de renovação da presença do jornal na Web. A concorrência na web é, de facto, feroz e o melhor serviço empanca em soluções técnicas que, por vezes, não são as melhores. É o que actualmente se passa no Publico.pt: muito conteúdo (e igual número de links mortos) mas sem a apresentação e o grafismo que corresponda à qualidade da versão impressa. Posto isto – um mero desabafo de um leitor – votos de felicidade numa nova casa.
Homenagens aparte (tu sabes, cativante professor – a culpa de continuarmos nesta vidinha é um bocadinho tua… -, competente jornalista e fascinante ‘descobridor’ de uma série de cenas
, eis o que tenho para te dizer: ninguém morde cá fora e já dentro podiam começar a beliscar-te
Muito Obrigada, por me teres aceite na tua equipe, da qual tenho muito orgulho. Beijinhos e toda a sorte do mundo.