10 maneiras de fazer a diferença no jornalismo

Escrito em Maio 23, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

MUITO BOM: 10 ways to make waves in journalism & publishing.

Jornalistas e média sociais

Escrito em Maio 23, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

PARA LER: 10 tips for teaching journalists how to effectively use social media.

Obviamente, de Pedro Marques Lopes

Escrito em Maio 20, 2012 - Na categoria Deontologia, Jornais

O TEXTO de Pedro Marques Lopes sobre o caso Relvas-Público, no Diário de Notícias de hoje, é de leitura obrigatória – Obviamente:

Não há outro modo de pôr a questão: ou o primeiro-ministro tem como seu homem de confiança alguém que despreza a liberdade de imprensa, o papel da comunicação social numa democracia e faz as mais iníquas ameaças a jornalistas, ou há um conjunto de jornalistas que em vez de informarem os cidadãos resolveram conspirar contra um ministro, repito, sem que se conheçam as razões porque o fizeram. Se acreditar que o ministro dos Assuntos Parlamentares fez de facto aquilo de que o acusam, só tem uma atitude possível: demitir Miguel Relvas, obviamente.

O futuro do jornalismo em três palavras

Escrito em Maio 18, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

UM EXERCÍCIO interessante, aplicado ao jornalismo. Gosto de “Connected. Distributed. Networked”.

O que os jornalistas precisam para o futuro

Escrito em Maio 17, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

PARA LER com muita atenção este post de Alexandra Stark no Online Journalism Blog, que fala de um inquérito feito a editores europeus sobre quais as mais importantes características dos jornalistas do futuro.

Livros sobre jornalismo de dados

Escrito em Maio 17, 2012 - Na categoria Jornalismo de investigação

UM GRANDE POST de Sandra Crucianelli no blog Nación Data sobre o jornalismo de dados e os livros que o marcaram. Inclui uma cronologia interactiva.

[dica de 233 Grados]

O futuro do jornalismo vídeo

Escrito em Maio 17, 2012 - Na categoria Vídeo

PARA LER – The future of video journalism: What will audiences be watching?

Regras para a agregação de conteúdos

Escrito em Maio 17, 2012 - Na categoria Diversos

PARA LER – Aggregation guidelines: Link, attribute, add value.

A moda dos porta-vozes sem rosto

Escrito em Maio 15, 2012 - Na categoria Deontologia

NEM SABEM como fico contente de ler artigos como este sobre a mania dos porta-vozes sem rosto, criaturas anónimas que dizem o que lhes mandam (e às vezes até mentem…), sem que os leitores cheguem nunca a saber quem são:

News, as we all know, is governed by the Ws: Who, what, where, when and why. When you are writing up a factual, detailed account of an event, who matters every bit as much as what and the rest of it. The identity of a person who makes a statement is newsworthy and relevant. Without this fact, we are deprived of a key metric for determining credibility: identity. If a PR person says something at company “A” that turns out to have been a knowing lie, then we should be very skeptical of everything she says for companies B, C and on, throughout her employment history, unto Z.

A reforma (necessária) do ensino do jornalismo

Escrito em Maio 14, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

UM DISCURSO inspirador que é preciso ler – Journalism education reform: How far should it go?

O suicídio do The Washington Post

Escrito em Maio 14, 2012 - Na categoria Jornais

HÁ MUITAS formas de particar o suicídio. O jornal The Washington Post escolheu pagar mais dividendos em vez de apostar na redacção: The Washington Post Co.’s Self-Destructive Course.

Por que é que eu não gosto de paywalls

Escrito em Maio 14, 2012 - Na categoria Diversos

TRÊS RAZÕES muito válidas para não gostar de paywalls – 3 reasons I don’t like newspaper paywalls:

Paywalls restrict the flow of content, and that’s bad

I was a business columnist when the wall went up, and afterwards I started noticing that the number of visitors to my column had fallen dramatically. In fact, on average it looked like I was getting about 90 percent fewer readers than I had been before — almost exactly the same dropoff that the Times of London would see years later, when News Corp. instituted a paywall there. And as much as I wanted the Globe to make money so that it could continue to pay my salary, I didn’t like that at all. (…)

Paywalls are backward-looking, not forward-looking

The second reason I don’t like paywalls is that I think they are a step backward rather than a step forward — a “line of sandbags,” so to speak. Whether or not the newspapers that implement them are willing to admit it, one of the primary features of a paywall is that it keeps people in, not out. In other words, it makes it less likely that they will quit the paper and go digital completely, and thereby protects the printed newspaper. (…)

Newspapers need to adapt, not retrench

The third reason I don’t like paywalls is that I don’t think they are going to work — and by “work,” I mean solve the problems that most newspapers are facing. Everyone seems to have decided the New York Times paywall is a success because it has about 400,000 subscribers and it is bringing in an estimated $35 million in revenue. But that is still a drop in the bucket: according to the paper’s recent results, one of the world’s most successful paywalls is not even making up for the continuing decline in print ad revenue.

As notícias escritas por computador já chegaram

Escrito em Maio 14, 2012 - Na categoria Sinal dos tempos

A REVISTA Forbes já está a publicar textos escritos por computador, sem qualquer intervenção humana, uma experiência da empresa Narrative Science.

[dica de The Guardian]

Empresas pagam 29 euros para publicar notícias em site noticioso espanhol

Escrito em Maio 13, 2012 - Na categoria Ciberjornalismo, Deontologia

DEPOIS queixam-se que é a Internet que está a dar cabo do jornalismo e dos jornalistas… A mim parece-me mais que são os tiros dos pés como este: Publique las noticias de su empresa en la web de La Opinión – Publicar una notícia solo cuesta 29 euros.

[dica de @pjeronimo]

Dez tendências do jornalismo actual

Escrito em Maio 11, 2012 - Na categoria Diversos

PARA LER: Ten Trends to Watch in Journalism.

Como começar uma carreira jornalística

Escrito em Maio 10, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

PARA LER: The active way to start your journalism career.

Os problemas de uma estória mal contada

Escrito em Maio 10, 2012 - Na categoria Deontologia

QUANTO mais informações se sabem sobre o famoso “bombista das cuecas” mais lama é atirada para o ventilador que refresca os jornalistas: Undressing the Underwear Bomb Plot.

Seis graus de agregação ou as razões do sucesso do Huffington Post

Escrito em Maio 8, 2012 - Na categoria Diversos

PARA LER, na mais recente edição da Columbia Journalism Review: Six degrees of aggregation – How The Huffington Post ate the Internet.

Aplicações de leitura de notícias do Facebook estão todas a cair

Escrito em Maio 8, 2012 - Na categoria Diversos

AINDA na sequência do post de ontem, olha que boa notícia: Facebook Social Readers Are All Collapsing.

As aplicações do Facebook que partilham leituras estão a passar um mau bocado

Escrito em Maio 7, 2012 - Na categoria Sinal dos tempos

PORQUE ninguém da minha timeline no Facebook tem absolutamente nada que saber que artigos eu leio ou que artigos é que não leio (a não ser que eu os queira partilhar através de um link) não aderi a nenhuma dessas aplicações que postam por nós tudo e mais alguma coisa. Segundo leio neste artigo, essas aplicações estão mesmo a dar para o torto. Os donos os media continuam a não aprender nada e tratar os leitores como carneiros…

Workshop “A ciência nos media”

Escrito em Maio 7, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo, Jornalismo de ciência

O CENTRO de Ciência Viva de Lagos vai realizar, no próximo dia 26 de Maio, um workshop sobre “A Ciência nos Média”.

Disclaimer: Sou o formador.

Nove conselhos para os jornalistas de amanhã

Escrito em Maio 7, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

PARA LER, no The Guardian: 9 top tips for the journalists of tomorrow.

O jornalismo não morreu, está a ser substituído

Escrito em Maio 7, 2012 - Na categoria Diversos

PARA LER: Fungible.

[dica de @gutjahr]

Tratar bem os leitores

Escrito em Maio 7, 2012 - Na categoria Diversos

PARA LER: 10 things to remember about your readers, when they start to tick you off.

A ciência dos obituários

Escrito em Maio 7, 2012 - Na categoria Jornais

JÁ TEM umas semanas, mas vale mesmo a pena ler, a coluna e o texto do blog do provedor do The New York Times sobre os obituários no jornal.

Os estagiários escravos

Escrito em Maio 7, 2012 - Na categoria Ensino do jornalismo

UM CARTOON que encontrei no grupo de Jornalistas no Facebook e que, infelizmente, se pode aplicar aos estagiários em jornalismo.

As fontes anónimas – algumas regras simples e fáceis de cumprir

Escrito em Maio 6, 2012 - Na categoria Deontologia

HOJE, depois de ler mais uma série de artigos com fontes anónimas ou não identificadas em vários jornais, fui reler o que diz o Livro de Estilo do Público sobre o assunto e decidi transcrevê-lo aqui. E deixo duas perguntas: É assim tão difícil comprir estas regras? Por que é que outros media não as seguem?

Relações com as fontes

60. O jornalista do PÚBLICO deve alimentar uma relação assídua com as suas fontes de informação, na base da responsabilização, confiança e respeito mútuos. Uma relação de independência implica que se evitem informações exclusivamente recolhidas em briefings e se recuse de forma lapidar a combinação de notícias ou participação em qualquer género de campanha; pagamento ou benefício de favores, ameaças ou chantagem de qualquer espécie. Todo o incidente com fontes de informação, oficiais ou particulares, deverá ser imediatamente comunicado à Direcção do jornal.

61. Uma fonte é sempre parte interessada – logo, parcial e incompleta – e o jornalista do PÚBLICO deve recusar o papel de mensageiro de notícias não confirmadas, boatos, “encomendas” ou campanhas de intoxicação pública.

62. Só em casos excepcionais se fará a recolha de informações, testemunhos ou simples opiniões, incluindo a imagem fotográfica, em situações de constrangimento ou limitação artificial, de ordem emocional, psicológica ou até física, das pessoas envolvidas. Nessas situações, os constrangimentos serão devidamente assinalados.

63. As entrevistas feitas por jornalistas do PÚBLICO devem ter apenas a presença do entrevistado que, evidentemente, poderá gravar a conversa, desde que se comprometa a não a divulgar antes do jornal. Em caso algum, assessores de agências de comunicação, que trabalham com várias redacções e para vários clientes, poderão assistir a entrevistas feitas por jornalistas do PÚBLICO.

64. Como regra, os jornalistas do PÚBLICO não mostram as suas entrevistas aos entrevistados antes de serem publicadas. Em caso algum deve o jornalista aceitar que o conteúdo da entrevista seja alterado e/ou adaptado às conveniências do entrevistado. Em caso de dúvida ou conflito, é a gravação que faz fé. Para evitar conflitos desnecessários e eventualmente prejudiciais para o jornal é conveniente que estes procedimentos de princípio sejam negociados previamente à entrevista.

65. Só em casos excepcionais se farão entrevistas por escrito. Quando isso aconteça, o facto deve ser devidamente assinalado no texto e explicadas as razões do procedimento.

66. A transcrição de qualquer entrevista implica, por regra, adaptar a linguagem oral à linguagem escrita, mas tendo a preocupação de não perder a espontaneidade, e reduções substanciais à transcrição integral das perguntas e respostas. Esse trabalho tem como regra de ouro respeitar as ideias expressas pelo entrevistado, sem deturpações ou cortes que alterem o seu sentido ou as coloquem fora de contexto.

67. As expressões “diz-se que”, “consta que”, “parece que” referem-se a boatos e não a notícias e os boatos não se publicam. Mas a persistência de rumores pode causar efeitos relevantes ou justificar uma investigação e daí resultar matéria publicável.

68. Uma informação deve ser atribuída à fonte de origem, identificada com a maior precisão possível – nome, idade e profissão, cargo ou função. O jornalista deve bater-se sempre por esse nível de identificação. A identificação – e a individualização – da fonte favorece a autoridade e a credibilidade da informação.

69. Formulações do tipo “o Governo está a pensar…” não são admissíveis nas páginas do PÚBLICO. “O gabinete do primeiro-ministro declarou…” é também uma expressão a evitar: só as pessoas podem fazer declarações.

70. A recusa de identificação de uma fonte sem justificação plausível não é aceitável. O carácter fechado da administração pública portuguesa, onde existem despachos que obrigam os funcionários ao silêncio ou à autorização prévia de ministros e secretários de Estado para prestarem declarações ou fornecerem informação, não pode ser aceite como álibi ou facilidade pelo PÚBLICO. Uma das funções essenciais deste jornal é modificar hábitos instalados de natureza antidemocrática e inconstitucional, e não aceitá-los passivamente.

71. Da mesma forma, a recusa sistemática de assessores de imprensa de entidades públicas, pagos por todos os portugueses para exercerem essa função, de não quererem ver o seu nome nos jornais (ao mesmo tempo que recusam o contacto directo do jornalista com o responsável público) tem de ser contrariada. Os gabinetes não falam, Belém, São Bento ou as Necessidades também não: só as pessoas podem fazer declarações.

72. Quando o jornalista está em condições de assumir a informação – isto é, quando a confirmou junto de várias fontes independentes entre si, embora todas tenham exigido o anonimato – deverá noticiá-la no PÚBLICO sem necessidade de recorrer às habituais, retóricas e desacreditadas fórmulas do género “fonte digna de crédito”, “fonte segura” ou “fonte próxima de”. As fontes, a sê-lo, devem estar sempre bem colocadas para falar sobre o assunto. “Segundo as nossas fontes” é outra expressão banida nas páginas do PÚBLICO. Um jornal bem informado não precisa de justificar permanentemente as suas notícias. Assume-as e responsabiliza-se por elas.

73. Nos casos de blackout informativo, é aconselhável que a editoria pondere cuidadosamente o reatamento de uma relação noticiosa normal com a entidade ou individualidade que entendeu cortar com os media, por esta ou aquela razão.

Os jornalistas são substituíveis?

Escrito em Maio 6, 2012 - Na categoria Investigação

UMA EXPERIÊNCIA contada num artigo científico na mais recente edição da revista JournalismAre reporters replaceable? Literary authors produce a daily newspaper:

One of the questions dominating discourse on the changing face of the news industry and the future of journalism concerns the extent to which professional news reporters may be replaced by a series of new human and technological agents, such as bloggers, citizen journalists, user-generated content, offshore reporters and news-story composing algorithms. This article addresses a ‘quasi-experimental’ case study in which a group of international and Israeli book authors reported the news for two special issues of an elite Israeli daily, replacing the regular reporting staff. It maps authors’ weaknesses as news gatherers, describes the means the newspaper employed to mitigate these weaknesses and stipulates the challenges the paper faced nonetheless. Findings suggest that professional reporters remain largely irreplaceable, although for less predictable and less ‘heroic’ assignments.

Há quem ache que o “jornalista flexível” é que vai salvar os jornais…

Escrito em Maio 4, 2012 - Na categoria Diversos

[via 233 Grados]

2012, o pior ano para os media

Escrito em Maio 4, 2012 - Na categoria Diversos

PARA LER: 2012 será el peor año para los medios.

Comunicação de ciência e controvérsias políticas

Escrito em Maio 3, 2012 - Na categoria Jornalismo de ciência

LINK para guardar: Reading List on Science Communication and Political Controversies.

Para que servem os jornalistas?

Escrito em Maio 2, 2012 - Na categoria Diversos

AGORA que os jornalistas já não são gatekeepers, são o quê? Steve Buttry responde:

Watchdogs, storytellers, fact-checkers, aggregators and curators, investigative journalists.

Como ler notícias de ciência

Escrito em Maio 2, 2012 - Na categoria Jornalismo de ciência

ALGUMAS regras úteis para ler noticiário sobre ciência: Science, health, medical news freaking you out? Do the Double X Double-Take first.

[dica de Boing Boing]

What is black and white and red all over?

Escrito em Abril 30, 2012 - Na categoria Jornais

DO JANTAR dos correspondentes da Casa Branca, uma velha lengalenga sobre os jornais com uma resposta original.

As nove características de um modelo sustentável para o jornalismo

Escrito em Abril 30, 2012 - Na categoria Diversos

PARA LER: The 9 Realities of Building a Sustainable Model for Journalism.

Para que serve um jornal?

Escrito em Abril 30, 2012 - Na categoria Sinal dos tempos

UMA ANÁLISE bastante lúcida sobre o papel dos jornais e a contradição que é trazida pelos tempos em que vivemos: fechar os artigos de um jornal não é negar o papel de serviço público que ele devia preencher?

El Mundo despede um terço da redacção

Escrito em Abril 30, 2012 - Na categoria Jornais, Sinal dos tempos

TEMPOS DIFÍCEIS: El Mundo despedirá a entre 195 y 220 trabajadores, un tercio de la plantilla.

Os média perante a revolução digital, no El País

Escrito em Abril 30, 2012 - Na categoria Diversos

O JORNAL El País começou a publicar uma série de vídeos sob o título “Os media perante a revolução digital”, baseados em entrevistas de especialistas que participaram no International Media Council 2012.

Plágio no The Washington Post

Escrito em Abril 28, 2012 - Na categoria Deontologia, Ensino do jornalismo

OS MEUS alunos deviam ler este artigo e os seus links sobre um caso de plágio no The Washington Post que envolve uma jovem jornalista que queimou a carreira…

O falhanço dos pagamentos no The Boston Globe

Escrito em Abril 27, 2012 - Na categoria Diversos

ESTÁ PROVADO, mais do que provado, que só os melhores poderão ter conteúdos pagos. Por que razão continuam os mais fracos a insistir?

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